janeiro 31, 2012

Pós-graduação eleva salário em até 20%

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Diário do Grande ABC – 30/01/2012

Ter pós-graduação no currículo é um grande chamariz para o mercado de trabalho. O profissional que estende seus estudos costuma ser muito disputado e muitas vezes o salário acompanha o sucesso na carreira. Segundo especialistas em recursos humanos, o ganho salarial pode chegar, em média, em até 20%.

“O aumento no salário é relativo, mas está vinculado à capacidade técnica do profissional. Quanto mais ele se mostrar capaz de aplicar os conhecimentos no trabalho, mais estará perto da gratificação”, explica o gerente de relacionamento do Grupo Foco Talentos, Gustavo Nascimento. No currículo, a pós é valorizada pelas empresas.

Níveis hierárquicos – No ano passado, a Pesquisa Salarial e de Benefícios da Catho Online estudou o impacto do grau de instrução na média salarial de diferentes níveis hierárquicos nas empresas. A principal constatação é a de que, para cargos de diretoria, a média salarial de quem tem MBA é maior do que os que são doutores ou mestres – chegando a 39,16% mais do que os não têm diploma universitário.

De maneira geral, profissionais com nível superior que tenham mestrado ou doutorado ganham 119,86% mais do que os que não são graduados. No nível de gerência, essa diferença é de 53,49% e no de coordenação/supervisão, 84,55%.

Em comum, colaboradores com pós-graduação ou especialização, formação superior e os que não têm diploma universitário são, respectivamente, terceiro, quarto e quinto colocados nas médias salariais dentro de seus respectivos níveis hierárquicos.

O estudo também traça perfil do grau de escolaridade de cada nível hierárquico. Quanto mais alto for o cargo, maior é a probabilidade de ele ser ocupado por profissional que tenha continuado estudando após concluir sua graduação. Isso porque 76,5% dos diretores entrevistados têm ao menos especialização, seguidos por 65% dos gerentes, 44,2% de coordenadores ou supervisores e 36,7% dos profissionais com nível superior.

“Claro que apenas a especialização não faz milagres, é preciso que o profissional assimile o conhecimento e o aplique no trabalho, mas a pós indica que a pessoa está interessada em melhorar”, indica o diretor da Catho Educação, Constantino Cavalheiro. “É um diferencial importante no currículo, que chama a atenção das empresas na hora de contratar”, destaca.

Para o pró-reitor de pós-graduação e pesquisa da Universidade Metodista, Fabio Botelho Josgrilberg, a pós-graduação evidencia o interesse do profissional em se manter atualizado. “A especialização revela que a pessoa está preocupada em suprir eventuais lacunas de formação. Por exemplo, é comum profissionais da área de comunicação buscarem uma formação em administração executiva. Isso, evidentemente, é percebido pela empresa que contrata ou pelos gestores que buscam na sua equipe alguém para cargos de liderança. Cada vez mais as diversas profissões exigem uma formação que vai além da formação específica de graduação”, observa.

janeiro 30, 2012

Geração Y: maior rotatividade levará empresas a se preocuparem mais com o registro de sua inteligência de mercado

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26/01/2012

A alta rotatividade deve se consolidar como uma tendência do mercado de trabalho nos próximos anos, principalmente devido à maior presença de jovens da geração Y (nascidos na década de 1980) nas empresas. Esse movimento fará as companhias se preocuparem com formas de preservar sua ‘inteligência de mercado’, antevê Eline Kullock, presidente do Grupo Foco.

“As empresas ainda têm poucas ferramentas para consolidar e documentar o conhecimento que as pessoas levam consigo sobre própria companhia e sua maneira de fazer negócios”, apontou Eline, que participou do evento “RH em Foco”, realizado pela Amcham-Recife na quarta-feira (25/01).

A executiva acredita que são poucas as empresas que dão atenção a esse aspecto atualmente, mas que ele será fundamental para o futuro das companhias. “Será cada vez mais incomum ver pessoas falando que trabalham há quatro anos em uma empresa”, ilustrou Eline.

Características

Além da busca constante por empresas que se encaixem dentro do que procuram, os jovens da geração Y têm elevada autoestima, preferem aprender por experiência e encontram dificuldade para lidar com feedbacks negativos, conforme destacou Eline.

Margarida Coelho, chefe de Recursos Humanos da Nestlé no Nordeste, afirma que a estratégia mais efetiva para tratar com esses jovens é aumentar a comunicação. Ela esteve presente em mesa redonda no evento da Amcham e explica que o fato de os jovens Y terem mais facilidade para falar o que lhes agrada ou não na companhia motivou o RH a aumentar a comunicação com o público interno, o que ajuda a resolver os problemas de maneira mais ágil.

“No Nordeste, 73% dos colaboradores da Nestlé fazem parte da geração Y. Com esse trabalho, temos conseguido obter uma média de cinco anos de permanência na companhia”, apontou.

Liderança

Sérgio Vieira, diretor de Marketing da Coca-Cola Guararapes, também participou do debate. Ele apresentou sua trajetória como jovem da geração Y, de estagiário a diretor da companhia.

O executivo destaca que o RH deve ser claro em apresentar as perspectivas de carreira para esse público. Além disso, precisa disponibilizar ferramentas para desenvolver a liderança dos jovens antes mesmo que eles tenham a oportunidade de ocupar um cargo de chefia.

Dificuldades

Eline Kullock acredita que, à medida que os jovens da geração Y assumirem cargos de liderança, os departamentos de Recursos Humanos precisarão analisar quais características comuns a esse grupo podem representar problemas de relacionamento no futuro.

“Eles preferem se comunicar por textos a fazê-lo frente a frente. Também tendem a realizar reuniões mais curtas e talvez tenham dificuldades em dar atenção às necessidades de diversas pessoas dentro de uma equipe”, comentou.

Auxiliadora Santos, gerente de Recursos Humanos da Rede Globo Nordeste, apontou que já visualiza nos jovens da geração Y uma dificuldade de planejamento a médio prazo. “A ansiedade e a vontade de fazer as coisas o mais rápido possível também são características perceptíveis e o RH precisa estar preparado para lidar com isso”, comentou.

A falta de autoconhecimento é a principal característica negativa da geração Y, avalia Eline. “Quando nos conhecemos melhor, podemos aceitar os outros e questões como autoridade com mais facilidade. Quando nos aceitamos, podemos aceitar melhor aos outros”, explicou. Ela destaca que esse ponto é hoje um dos principais fatores de conflitos de gerações no ambiente corporativo.

Fonte: http://www.amcham.com.br/regionais/amcham-recife/noticias/2012/geracao-y-maior-rotatividade-levara-empresas-a-se-preocuparem-mais-com-o-registro-de-sua-inteligencia-de-mercado/view

Como se relacionar com a geração Y no trabalho

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Publicado em 29/01/2012, às 22h01 por Raissa Ebrahim

O ingresso da geração Y, também conhecida como a geração da internet – jovens nascidos entre 1980 e 1990 – no mercado de trabalho deu origem a novas relações de trabalho dentro das empresas. Os gestores mais velhos têm estado à frente de um grande desafio: como lidar com profissionais que cada vez mais levam para dentro das empresas os seus valores pessoais, vivenciam uma ascensão profissional acelerada e têm como principais aspirações o uso e a adaptação rápida de ferramentas tecnológicas.

Infográfico
Como lidar com a geração Y nas empresas

Para Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, a geração Y é marcada essencialmente por pessoas que agem na base da tentativa e do erro, para quem a palavra do momento é compartilhar. De um mundo corporativo fechado, passou-se a vivenciar relações mais abertas; uma hierarquia mais caótica, menos rígida; uma disseminação maior do conhecimento, que deu lugar ao antigo conhecimento proprietário; e uma atenção menor ao currículo, ressaltando-se mais o valor das atitudes e da pro atividade. Eline esteve presente no evento “Geração Y: quebrando paradigmas”, realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), no Recife, na última semana.

“São pessoas que trabalham com menos culpa e mais enfrentamento”, diz ela. “Apesar disso, é uma geração que investe pouco no autoconhecimento, ponto essencial na carreira de um executivo. São jovens que, mesmo estando sempre em busca de feedback, se sentem extremamente frustrados se esse feedback vier a ser negativo. Ou seja, têm uma baixíssima resistência à frustração”, observa.

Eline também aconselha os gestores a não se sentirem culpados nem se colocarem abaixo dos mais novos. Isso cria barreiras na relação e acaba desembocando em um caminho oposto ao que poderia render bons frutos que é o da abertura à comunicação. “Também é preciso gerenciar expectativas e pensar que nem todo mundo tem a obrigação de querer as mesmas coisas, além de deixar as regras do jogo bem claras desde o início”.

Para Sérgio Vieira, diretor de marketing e ex-trainee da Coca-Cola Guararapes, que também esteve presente no evento, a dica é utilizar a sede de desafio dos jovens como combustível. Na Coca, cerca de 95% das 80 pessoas com as quais Vieira lida diretamente são da geração Y. Ele também indica ajudar o jovem a traçar seu próprio plano de carreira, mesmo que seu sonho não seja permanecer na empresa.

“Uma das grandes frustrações do jovem hoje é sentir que não colabora para a mudança do mundo onde vive e da empresa onde trabalha, bem como sentir que seu superior, seu líder, não lhe é acessível. A minha dica maior é manter sempre as portas abertas para o diálogo, para a troca”, aconselha. “Prometer desafios para essa geração pode, muitas vezes, render mais do que oferecer gordos salários”, acrescenta.

Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2012/01/29/como-se-relacionar-com-a-geracao-y-no-trabalho-30273.php

janeiro 29, 2012

Gerir expectativas e manter o diálogo aberto são passos importantes na consolidação das novas relações dentro das empresas

Arquivado em: Foco na Mídia, Todos — Tags:, , — admin @ 8:13 pm

Raissa Ebrahim, do Recife – http://www.diagnosticoweb.com.br

Ambição exagerada pode ser prejudicial aos profissionais

O ingresso da geração Y, também conhecida como a geração da internet – jovens nascidos entre 1980 e 1990 – no mercado de trabalho deu origem a novas relações de trabalho dentro das empresas. Os gestores mais velhos têm estado à frente de um grande desafio: como lidar com profissionais que cada vez mais levam para dentro das empresas os seus valores pessoais, vivenciam uma ascensão profissional acelerada e têm como principais aspirações o uso e a adaptação rápida a ferramentas tecnológicas.

Para Eline Kullock, presidente do Grupo Foco, a geração Y é marcada essencialmente por pessoas que agem na base da tentativa e do erro, para quem a palavra do momento é compartilhar. De um mundo corporativo fechado, passou-se a vivenciar relações mais abertas; uma hierarquia mais caótica, menos rígida; uma disseminação maior do conhecimento, que deu lugar ao antigo conhecimento proprietário; e uma atenção menor ao currículo, ressaltando-se mais o valor das atitudes e da pro atividade. Eline esteve presente no evento “Geração Y: quebrando paradigmas”, realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), no Recife, na última quarta-feira (25).

Na área de saúde, Eline comenta que ainda falta trabalhar, por exemplo, a questão da paciência, da atenção aos pacientes e a receptividade, pois alguns atitudes da geração Y podem comprometer a maneira como se lida e recebe pacientes dentro de clínicas e hospitais.

“São pessoas que trabalham com menos culpa e mais enfrentamento”, diz ela. “Apesar disso, é uma geração que investe pouco no autoconhecimento, ponto essencial na carreira de um executivo. São jovens que, mesmo estando sempre em busca de feedback, se sentem extremamente frustrados se esse feedback vier a ser negativo. Ou seja, têm uma baixíssima resistência à frustração”, observa.

Eline também aconselha os gestores a não se sentirem culpados nem se colocarem abaixo dos mais novos. Isso cria barreiras na relação e acaba desembocando num caminho oposto ao que poderia render bons frutos, o da abertura à comunicação. “Também é preciso gerenciar expectativas e pensar que nem todo mundo tem a obrigação de querer as mesmas coisas, além de deixar as regras do jogo bem claras desde o início”.

Para Sérgio Vieira, diretor de marketing e ex-trainee da Coca-Cola Guararapes, que também esteve presente no evento, a dica é utilizar a sede de desafio dos jovens como combustível. Na Coca, cerca de 95% das 80 pessoas com as quais Vieira lida diretamente são da geração Y. Ele também indica que se ajude o jovem a traçar seu próprio plano de carreira, mesmo que seu sonho não seja permanecer na empresa.

“Uma das grandes frustrações do jovem hoje é sentir que não colabora para a mudança do mundo onde vive e da empresa onde trabalha, bem como sentir que seu superior, seu líder, não lhe é acessível. A minha dica maior é manter sempre as portas abertas para o diálogo, para a troca”, aconselha.

Fonte: http://www.diagnosticoweb.com.br/noticia/como-lidar-com-a-geracao-y-no-ambiente-corporativo/829

janeiro 26, 2012

Especialista fala sobre a geração da internet

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25/01/2012 – Bom Dia Pernambuco

Especialista @elinekullock fala sobre a geração da internet ao Bom Dia Pernambuco. Assista o vídeo em:  http://glo.bo/AxzN1Z

janeiro 24, 2012

Geração Y é tema de evento da Amcham-Recife na próxima quarta-feira (25)

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23/01/2012 – Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Os profissionais da “geração Y”, formada pelos nascidos a partir da década de 1980, ocupam atualmente cargos gerenciais e desempenham atividades de destaque na maior parte das empresas brasileiras. Para debater as características desse grupo e os desafios para reter talentos, a Amcham-Recife realiza, na quarta-feira (25), o RH em Foco, no JCPM Trade Center. O encontro começa às 8h.

Pesquisa realizada em 2010 pela Câmara Americana de Comércio mostrou que o mundo corporativo já está atento às características desse profissional. Mais de 40% das empresas adotam a flexibilidade de horários e 34,5% criam planos de carreira específicos para estes jovens, por exemplo.

O evento contará com palestra de Eline Kullock, fundadora e presidente do Grupo Foco, uma das principais consultorias em Recursos Humanos (RH) do Brasil. A executiva pesquisa há vários anos tendências do comportamento dos jovens no mercado de trabalho, tendo se tornado referência nacional para assuntos relacionados à geração Y.

Gestores de multinacionais com atuação em Pernambuco, como Coca-Cola Guararapes e Nestlé, também participam de mesa redonda sobre as estratégias que têm sido mais eficazes em atender a este público nas companhias.

As inscrições para o RH em Foco – Geração Y custam R$ 40 para sócios da Amcham e R$ 100 para não associados. Inscrições devem ser feitas no site da entidade. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (81) 3221-4764 ou pelo e-mail ana.bandeira@amchambrasil.com.br.

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/nota.asp?materia=20120123173241

janeiro 18, 2012

Profissionais tecnólogos e graduados competem de maneira igual por uma vaga

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18 de janeiro de 2012 • 10h53 Por: Karla Santana Mamona

Em algumas áreas, como Administração, TI (Tecnologia da Informação), Comunicação, entre outros, existem os cursos de graduação e os tecnólogos. Como ambos dão título de Ensino Superior, os profissionais graduados e tecnólogos podem concorrer à mesma vaga durante um processo seletivo.

Quem faz um curso de tecnólogo tem uma formação mais prática, enquanto quem opta pela graduação, além da prática, adquire o conhecimento teórico. Mas afinal, qual profissional leva vantagem ao concorrer a um posto?

Para as especialistas ouvidas pelo Portal InfoMoney, eles competem de maneira igual entre si. A coordenadora da Foco Talentos, Adriana Roggieri, explica que a análise do profissional vai muito além disso.

“Muitas vezes o aluno do curso tecnólogo pode ser mais esforçado do que o estudante da graduação. Isso porque, como o curso tem menor duração, ele corre atrás do que faltou”, explica a coordenadora da Foco Talentos, Adriana Roggieri.

Qualificação
Este correr atrás é percebido pelos recrutadores por meio de outros cursos complementares, como de expansão, Pós-Graduação ou até mesmo curso de idiomas.

A mesma opinião é compartilhada pela coordenadora de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Jozete Costa Bezerra. A especialista acrescenta que independentemente do tecnólogo ou da graduação, o mercado emprega aquele que se empenha mais.

Mas a qualificação não basta. Os empregadores estão de olho na experiência do profissional e, principalmente, nas competências comportamentais. “É um conjunto de fatores. Não tem regra”, reforça Adriana.

Cursos tecnólogos reconhecidos
Jozete ressalta ainda que os profissionais competem igualmente quando os cursos tecnólogos são reconhecidos pelo mercado. Ela explica que em algumas regiões do Brasil, alguns cursos tecnólogos não são bem vistos pelos empregadores porque deixam a desejar.

“Os cursos de São Paulo, por exemplo, são bem valorizados, mas em Salvador alguns não são tão reconhecidos. Isso impacta diretamente no processo de seleção”.

Por fim, a especialista explica que a formação tecnóloga surgiu para aprimorar os profissionais que já atuavam no mercado, mas não tinham o diploma do Ensino Superior. Atualmente, este tipo de curso é uma das maneiras de suprir a necessidade de mão de obra capacitada pelo mercado de trabalho.

janeiro 16, 2012

Empresas se aproximam de universidades

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Confira vídeo do Jornal Hoje – TV Globo com dicas de Gustavo Nascimento:

http://g1.globo.com/videos/jornal-hoje/t/edicoes/v/empresas-se-aproximam-de-universidades/1770385/

janeiro 11, 2012

Estudar nas férias pode fazer a diferença na carreira; veja dicas

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Terra – 05 de janeiro de 2012

O semestre na faculdade finalmente terminou. Depois de um ano letivo cansativo, a ordem é juntar as malas e buscar a tranquilidade nas férias, certo? Talvez. A presidente da consultoria Grupo Foco, Eline Kullock, indica outra programação: estudar. Para ela, a escolha por um curso pode ser um diferencial no currículo. “É importante pensar o que você pode fazer para tornar as suas férias produtivas e não ficar parado”, recomenda.

Eline afirma que o estudante que opta por ocupar seu tempo livre com cursos e estudos tem um grande diferencial aos olhos do mercado de trabalho. “Hoje existe um grande número de pessoas com o currículo muito bom. O candidato que prova que se interessou em buscar aperfeiçoamento acadêmico mesmo nas férias tem vantagem sobre aqueles que não fizeram essa escolha”, afirma.

Eline, que também pesquisa tendências no comportamento jovem, principalmente da geração Y, afirma que o estudante deve ter foco na hora de escolher o que estudar e não optar por qualquer aula só para preencher seu tempo e dar volume ao currículo. “Eu indico muito algum curso de língua nas férias, pois isso não é mais um diferencial para o aluno e sim uma obrigação”, diz.

Na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), os cursos de férias são voltados para a área de idiomas. A universidade oferece intensivo de três semanas em francês, aulas para leitura acadêmica em espanhol, e também português brasileiro – língua e cultura, voltado para universitários do exterior.

Formanda em Publicidade e Propaganda pela Escola Superior de Publicidade e Marketing de Porto Alegre (ESPM Sul), Marcela Zappelini fez um curso de férias no verão do ano passado. Interessada em moda e com desejo de se voltar para a área de marketing, a estudante de 22 anos optou pelo curso de trend hunter, com o objetivo de entender melhor o surgimento de tendências e aperfeiçoar seu conhecimento para trabalhar com publicidade.

“Aprendi como abrir a mente para o que pode vir a ser uma tendência Incorporei na minha vida profissional e estou sempre lendo a respeito”, conta. Atualmente Marcela trabalha na área de marketing de uma casa noturna da capital gaúcha e conta que o curso ajudou-lhe a conquistar a vaga.

Para alunos que têm a mesma convicção de Marcela, a presidente do Grupo Foco aconselha cursos de especialização. Para os que ainda não têm certeza certeza de que caminho desejam seguir, a especialista indica cursos de prática profissional. “É na prática que o jovem consegue ver se gosta de fato daquela profissão e é capaz de decidir em qual área quer atuar. Como é mais difícil conseguir estágio, um curso prático é interessante”, completa.

Nas unidades da ESPM de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, não são somente cursos de especialização oferecidos no verão. Prática também acompanha o cronograma. Há aulas de Direção de arte, Prospecção de futuros clientes para agência, Comunicação interna nas empresas, Atendimento na agência de comunicação, Criação de conteúdo digital, entre outras. A Universidade de Guarulhos (UnG), em São Paulo, oferece cerca de 300 cursos, voltados para todas as áreas. Existem opções de idiomas, de prática e também de especialização.

Outra dica de Eline para os estudantes mais indecisos é a procura por cursos genéricos e de aperfeiçoamento pessoal. “Qualquer curso na área de tecnologia é essencial, assim como os de comportamento e postura profissional. É importante não ficar parado, e estar sempre buscando aperfeiçoamento”, conclui.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5543104-EI8266,00-Estudar+nas+ferias+pode+fazer+a+diferenca+na+carreira+veja+dicas.html

Como se preparar para encarar o programa de trainee

Arquivado em: Foco na Mídia — Tags:, , — admin @ 2:38 pm

Antes do programa começar de fato, o ideal é descansar e pesquisar informações específicas sobre a empresa

Portal Exame – 11/01/2012 15:09 – Por Camila Lam

O processo de seleção foi lento, concorrido e exaustivo, mas você foi aprovado no trainee da empresa dos sonhos. Comemorar é o primeiro passo. Mas, e depois? O que fazer durante o período que antecede o programa de treinamento?

Para João Paulo Fonseca, que está participando do Programa de Trainee da Ambev 2012, a prioridade foi descansar entre o período da aprovação e do começo do programa, que começou em 2 de janeiro. “Passar um mês parado foi fundamental para mim, pois sei que o programa demanda e para ser contratado tem que ter muita disposição”, afirma.

Renata Schmidt, diretora da Foco Talentos afirma que mesmo instruindo os aprovados a pesquisarem sobre a empresa que irão trabalhar, muitos insistem que essa atitude não é necessária. “Na integração cobra-se o conhecimento da empresa e os profissionais desta veem com bons olhos os que sabem mais.”, explica.

Isso não significa, contudo, que o tempo pré-programa de trainee deva ser de tensão. Veja cinco dicas de especialistas para se preparar antes do início do programa de treinamento e evite cometer gafes:

1. Descanse

Especialistas recomendam o descanso, pois o processo de seleção provavelmente gerou um alto grau de ansiedade. Aproveite o tempo para ler, assistir filmes ou viajar. Caso tenha um emprego ou estágio, tente ao menos tirar alguns dias de folga antes do programa.

2. Aprofunde a pesquisa sobre a empresa

“Pesquise sobre a história, a estratégia, a natureza dos negócios, a cultura organizacional da empresa em diferentes canais como sites, revistas ou relatórios”, ensina Marcelo Orticelli, diretor da Área de Pessoas do Itaú Unibanco.

Além das informações específicas, Orticelli recomenda analisar o setor como um todo, pois uma visão global é indispensável. Ou seja, procure informações sobre os clientes, acionistas, fornecedores, que poderá ser essencial na hora de apresentar soluções durante o programa.

3. Reflita sobre seus objetivos

Para Danilo Castro, diretor da Page Talent, o candidato deve reservar um tempo para fazer uma reflexão inicial de carreira e pensar nos possíveis desafios que terá de enfrentar. Outra recomendação é focar na vontade de aprender para evitar uma postura arrogante já no primeiro dia.

4. Vai mudar de cidade? Prepare-se

Não é incomum que o candidato tenha que fazer uma mudança ao participar de programas de trainee. Por isso, Orticelli enfatiza que o ideal é chegar com antecedência na cidade ou buscar opções nos fins de semana.

5. Converse com ex-trainees

Para Isabela Garbers, gerente de Recrutamento e Seleção da Ambev, todas as formas de pesquisa são válidas. Por isso, tentar conversar com pessoas que já trabalham na empresa e que passaram pelo programa de treinamento só acrescentará para que o candidato se destaque já no primeiro dia.

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